Ameaçado de perder o certificado de eliminação do sarampo por causa do retorno da doença no ano passado, o Brasil se vê agora às voltas com outro risco: o de enfrentar o crescimento de casos de difteria sem que haja tratamentos disponíveis.

Nos estoques do Ministério da Saúde, há apenas 12 tratamentos para serem usados em casos em casos graves. Esse quantitativo pode atender um número um pouco maior de pessoas – desde que o quadro esteja em um estágio menos avançado. Mas a própria pasta admite que o número é baixo e, em janeiro, solicitou à Organização Pan-Americana de Saúde 200 tratamentos para enfrentar a difteria.

A queda da cobertura vacinal contra difteria vem sendo registrada nos últimos quatro anos. Dados preliminares de 2018 mostram que apenas um Estado, o Ceará, apresentou uma cobertura vacinal aceitável, acima de 90%.

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